segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Evangélica

Para Filó, que me dá aulas sobre a liberdade e seus vermelhos!


Esplêndida linha. Esta que percorrendo a espádua, inventa um universo e suas fervuras. Constelação arbitrária quando as veias interrompem meus pensamentos e segredos. Pelos, sulcos, temperatura. Ondulação de crateras quase invisíveis, marcando a cobertura do corpo que avança sobre o meu. A história épica que esta cicatriz relata. Vozes se reúnem para os idiomas gregos. Assim, meu corpo em estágio de floresta. Dou as faces para o tapa. E clamo, insistente, pelo bálsamos dos teus beijos.

5 comentários:

Nathália von Arcosy disse...

Olá:)

A tua sensibilidade é tocante. o olhar minucioso para a mágica do mínimo faz com que seus textos sejam envolventes. Gostei muito.

e passo aqui de novo, afinal as inscrições estão sempre abertas!

Nathália von Arcosy disse...

rsrs

Amigas-vizinhas então! Mas nada de fofocas por cima do muro. Vamos nos sentar no jardim e conversar.

Flores envenenadas disse...

Impressionada com a leveza; é admirável a envolvente condução deste poema.

Retribuindo a visita.

Voltarei mais vezes!

Bjus

Patty Diphusa disse...

Repito, eu vou comprar o livro. Publique.

Bjs

ubbalda disse...

Ffff !