sexta-feira, 20 de abril de 2007

Jarro de Cores

Retirada a água, restaria cor em pó, pura cor e seus arredores. A grade da cor e da água, é vidro que estando sozinho, embaça. Na companhia, desfila ereto e agradece. Abraça cor e água. Três pessoas esperando o ônibus no ponto de sempre, a estrada.

Um comentário:

sandro ornellas disse...

Eliana, que a bolologsférica (que, se tem língua, felizmente não tem cidade, região, estado ou coisa que o valha) lhe abra ainda mais os horizontes que no dia a dia (entendeu, né?) teimam em querer lhe fechar. Estou ultrapassando a idéia de "escrever para viver" e desembarcando na de "viver para escrever". Vamos lá!
Bises.