In progress 1
[outra versão]
Nem é paz, nem guerra,
e estamos nesta arena,
eu sou a moça inflável,
de olhos parados, olhar perdido,
à venda, na vitrine.
Meus braços de títere,
meu corpo de boneca de pano,
minha alma de olhos vidrados
espera suas ordens para mover-se.
Seu olhar é o comandante dos meus gestos
É quase amor,
jogo de cena,
e sou guiada
pela fome
de suas mãos.
O palco, esta cama,
neste quarto,
onde a paixão exibe
a dança do meu corpo, minha entrega.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
In progress 1
[nova versão]
Sob seu domínio,
um títere,
boneca de pano,
moça inflável a venda nas vitrines.
Seu olhar,
comandante dos
meus movimentos.
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.
O palco,
esta cama,
neste quarto,
onde a paixão exibe
os meus gestos de entrega.
[estou acatando as sugestões de Gerana Damulakis, Maria Muadiê e Noslen ]
In progress
Comecei o poema assim:
Meus movimentos
determinados
pelo olhar,
seu domínio.
Quase amor,
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.
[ainda hoje, vou trabalhar com esta idéia e refazer!]
Meus movimentos
determinados
pelo olhar,
seu domínio.
Quase amor,
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.
[ainda hoje, vou trabalhar com esta idéia e refazer!]
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