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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

In progress 2

In progress 1

[outra versão]


Nem é paz, nem guerra,
e estamos nesta arena,
eu sou a moça inflável,
de olhos parados, olhar perdido,
à venda, na vitrine.

Meus braços de títere,
meu corpo de boneca de pano,
minha alma de olhos vidrados
espera suas ordens para mover-se.



Seu olhar é o comandante dos meus gestos

É quase amor,
jogo de cena,
e sou guiada
pela fome
de suas mãos.


O palco, esta cama,
neste quarto,
onde a paixão exibe
a dança do meu corpo, minha entrega.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

In progress 1

[nova versão]


Sob seu domínio,

um títere,

boneca de pano,

moça inflável a venda nas vitrines.



Seu olhar,

comandante dos

meus movimentos.


Quase amor,
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.



O palco,

esta cama,

neste quarto,

onde a paixão exibe

os meus gestos de entrega.



[estou acatando as sugestões de Gerana Damulakis, Maria Muadiê e Noslen ]

In progress

Comecei o poema assim:

Meus movimentos
determinados
pelo olhar,
seu domínio.

Quase amor,
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.

[ainda hoje, vou trabalhar com esta idéia e refazer!]