terça-feira, 31 de agosto de 2010

In progress 1

[nova versão]


Sob seu domínio,

um títere,

boneca de pano,

moça inflável a venda nas vitrines.



Seu olhar,

comandante dos

meus movimentos.


Quase amor,
jogo de cena,
sou guiada
pela fome
das suas mãos.



O palco,

esta cama,

neste quarto,

onde a paixão exibe

os meus gestos de entrega.



[estou acatando as sugestões de Gerana Damulakis, Maria Muadiê e Noslen ]

2 comentários:

Í.ta** disse...

muito legal acompanhar essas construções escritas. toda escrita é processo, nunca um fim.

tem convite lá no um-sentir para escrita :)

beijos!

Noslen ed azuos disse...

...quase poema dá uma sensação de liberdade e que a emoção pode sofrer alterações, quase poema é o ciclo da lua que mexe com as águas, quase interminável...gostei muito e abrigado pela menção, sinto-me agraciado!

bjs
ns ☺