segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Belo horizonte

Uma febre. Ponta da língua exaltada. Substância arisca esse desejo. De que a vida esteja ensolarada. De que o sol esteja vivo. De que haja calma na duração da noite. Desejo diário de que as chuvas compareçam e dancem. Exaltação. Uma orquestra feliz, desajeitada, fazendo música para crianças que atravessam os rios. Moradores das ruas e anônimos, espalhados pela aquarela. Na grama no quadro, grama confortável para os corpos sem peso. Corpos, na ciranda azul, sem medo.

8 comentários:

RosanaK disse...

Oi...tem selinhos para vc no meu blog!
Beijos

Celine Ramos disse...

Corpos, sem muita escolha.

rm disse...

"Pedaço de terra que é meu, a terra do branco mulato, a terra do preto doutor."

Eliana Mara Chiossi disse...

Meus amores, todos:


passagem rápida pra dizer que estou corridinha, às pressas, mil acontecimentos. E uma fatia de férias.
Beijos a todos.

b disse...

Ciranda azul.
Tudo que é azul é feito para acolher.

Késia disse...

Tem um Presentinho pra você no meu Blog espero goste!!

Por seu blog ser Mara

Denise do Egito disse...

E o amor tomando conta dos campos. O amor transformador, que acalma a terra, o céu, os espíritos...

Maria Muadiê disse...

sem medo!
finalmente sem medo.