terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Intertextual

O poeta escreveu. Quem eu amo, não existe. Eu insisto em reverberar os versos do louco, que fala o dia inteiro com um telefone sem fio. A fome maior, a fome única, a única fome legítima é fome de amor. Falo a palavra amor e não digo nada. Dizer amor é dizer a imensidão. A palavra amor é um deserto e chuvas intermitentes. Flores secas neste livro. O fim do mundo é solidão.

2 comentários:

Pluft disse...

E o mundo, vasto mundo... ainda bem que não me chamo Raimundo, nem Carlos.

Continuo apaixonado por suas letras, especialmente aqui no "Mundo".

Pluft (até que é engraçado...)

Renato disse...

uau, gostaria de ter essa produtividade. Prazer a sua visita.

Agora sobre a lua, se considerarmos o céu no dia do eclipse, acho que foi a lua que deu as costas para nós.